Os efeitos do Covid sobre o setor do turismo são devastadores mundialmente e no Brasil são exponenciados pela falta de assistência de todas as esferas da administração pública. No entanto, as notícias que vem do mundo Anglo Saxão são animadoras para os sobreviventes. A vacinação que somada a uma cultura menos alarmista da população e da imprensa vem impulsionando o setor de turismo, sobretudo com relação ao turismo regional e os meios alternativos de hospedagem.

Dados do Earnest Research dos Estados Unidos apontam para uma retomada generalizada no setor de turismo, sobretudo nas reservas de apartamentos para locação para temporada, do qual o número em Março de 2021 atingiu patamares acima de 50% acima da pré-pandemia. Dados de ocupação hoteleira também atingiram no último mês os mais altos níveis desde o início da pandemia. Embora ainda não com a mesma proporção, essa tendência pode ser notada nas reservas de restaurantes e passagens aéreas. Os números são corroborados por Brian Chesky, presidente do Airbnb, que recentemente afirmou que podem faltar casas e apartamentos na plataforma para abrigar hóspedes após a pandemia.

Atualmente os meios alternativos de hospedagens encontram-se em ampla expansão de oferta no Brasil, sobretudo fomentado por planos diretores, como o da Cidade de São Paulo, que incentiva a incorporação de pequenos apartamentos. Estes imóveis são comercializados como “ideais para locação de curta temporada”, no qual o investidor teria um retorno várias vezes maior que o do CDI e “garantido”.

Diversas incorporadoras com objetivo de comercializarem essas unidades acabaram por desenvolver empresas para administração de imóveis com o incentivo para o aumento de suas vendas. Apesar de não terem em seu DNA a administração de locação imobiliária, processos e sistemas aptos para tal.

Como resultado e como seria previsível, tais “operadoras” já estão abandonando as promessas feitas de operação de curta temporada e têm se dedicado a locação de prazos mais longos.

A gestão profissional, somados à experiência e apoiados por sistemas de alta tecnologia feitos sob medida, obviamente são essenciais para entregar o retorno esperado aos investidores. Com aventureiros e empresas com outro expertise fazendo a gestão imobiliária, não apenas os retornos serão muito inferiores ao prometido, como a potencial frustração causada por uma má gestão pode prejudicar todo o setor imobiliário.

Semana passada a Atrio Hotéis, gigante do setor de gestão hoteleira com mais de 8000 quartos sob gestão, se uniu a Sanctuary Venture Studios – empresa vencedora de vários prêmios, inclusive das Nações Unidas e Secovi, com investimentos em sistemas de alta-tecnologia como internet das coisas e softwares hoteleiros e a MyBlend – empresa tradicional de reformas e decoração para formarem a Xtay.

A Xtay nasce como a única empresa com know-how e expertise, tanto de operações, serviços, tecnologia e flexibilidade para operar os meios de hospedagem alternativos, tanto de locações de curta temporada quanto de longa temporada

A empresa já conta com centenas de apartamentos sob gestão na cidade de São Paulo, além de outras centenas em processo de assinatura no Sul e Nordeste do Brasil.

Empresas como a Xtay oferecem uma grande oportunidade a todo o setor investidor e desenvolvedor imobiliário que agora, finalmente, possui um parceiro à altura para cumprir as promessas de retorno e operação que o setor de turismo demanda. E com a recuperação eminente como se observa nos Estados Unidos, o momento para estruturar as operações é agora.